“Amor, paciência e resiliência” esse é o segredo da colaboradora Isolde Hammerschimitt para comemorar os 28 anos de contribuição na OAB/SC

09/09/2019 - Geral

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“Um caso de amor”. É assim que Isolde Hammerschimitt define o relacionamento dela com a OAB/SC, que, nesta segunda-feira (09), completa 28 anos. Atualmente como coordenadora da Central de Atendimento Seccional, Isolde ingressou na Casa, exatamente em uma segunda-feira de setembro de 1991. Considerada um dos ‘patrimônios’ da Ordem catarinense, Isolde não só evoluiu como profissional, como ela mesma diz, mas também viu e ajudou a Casa, onde está há quase 30 anos, a evoluir.

A atuação e o profissionalismo da coordenadora da Central de Atendimento são comemorados pelo presidente da Seccional, Rafael Horn. “Contar com a Isolde tem sido fundamental para a OAB/SC nos últimos 28 anos. Ela é competente, dedicada, conhece todo o funcionamento da instituição e é mais do que uma funcionária, é parte importante da construção e fortalecimento da nossa Seccional. Ela é uma referência para todos os colaboradores como profissional e como pessoa”, elogiou.

De 1991 a 2013, Isolde atuou como chefe de Secretaria na OAB/SC e, também no período, desempenhou durante um ano a função de chefe de gabinete da gestão do ex-presidente José Geraldo Ramos Virmond. Ainda em 2013, ela esteve à frente da Ouvidoria da Casa, onde permaneceu até 2016. Em 2016, na gestão do ex-presidente Paulo Brincas, Isolde assumiu o desafio de ser coordenadora de Fiscalização da Seccional, setor que ficou sob sua liderança até o final de 2018. Neste ano, na gestão de Rafael Horn, a profissional ‘multitarefas’ está à frente da coordenação da Central de Atendimento, que ela considera um novo desafio.

“De lá para cá muita coisa mudou. Lembro que em 1991 havia 7 ou 8 mil advogados e éramos poucos funcionários e era tudo muito empírico. Trabalhávamos ainda com máquinas de escrever, mas acompanhei um grande passo dado pela Ordem, que foi a implantação do primeiro sistema de cadastro da OAB/SC, em 1992, quando foi comprado um computador para a execução da atividade”, informou Isolde, ao salientar que acompanhou de perto a entrada da Seccional da Ordem na era digital.

Ela lembra também que a Secretaria abrangia todos os setores da Ordem nos seus primeiros anos de trabalho. “Dentro da Secretaria funcionavam o Conselho Seccional, as Câmaras Julgadoras, as Comissões, entre outros departamentos”, recorda a funcionária, ao pontuar que as comissões com maiores demandas antigamente eram as de Direitos Humanos, de Estudos Legislativos e as de Seleção e Prerrogativas.

Isolde também destaca que, como colaboradora da Ordem, também viu a evolução da Comissão do Exame de Ordem. “Na época existia um convênio entre as Seccionais e as universidades em que os bacharéis em Direito optavam em fazer a prova do exame na instituição de ensino ou na própria OAB. Lembro-me, inclusive, que as provas eram divididas em questões de múltipla escolha, escritas e orais, o que era bem mais difícil na conquista da credencial”, relata.

Olhando para trás, Isolde diz ter orgulho da história que construiu como profissional e nos setores pelos quais passou. “A minha vida dentro da OAB/SC foi pautada em cima de muito amor, paciência e resiliência, pois passei por muitas gestões, porém sempre com o propósito de contribuir para o crescimento e fortalecimento da entidade. Amadureci muito”, destacou.

Currículo

Natural de Itaporanga, no oeste catarinense, Isolde começou a carreira profissional aos 14 anos, como balconista de loja no comércio. Atuou também como professora e como servidora concursada no Instituto de Previdência do Estado de Santa Catarina (IPESC), que atualmente se chama IPREV, na qual se licenciou para assumir a Secretaria da OAB/SC, em 1991. “Então, eu tive de fazer a escolha, me arrisquei e troquei a carreira em órgão público com estabilidade pela OAB/SC, mas com a certeza de que com competência e dedicação valeria a pena. E valeu”, disse a coordenadora, que tem formação em Pedagogia e Direito.

Com 58 anos de idade, Isolde diz que a OAB/SC representa quase metade de sua vida e garante que ‘pendurar as chuteiras’ está fora de seus planos. “Contribuí e quero continuar contribuindo enquanto puder. É um caso de amor”, finalizou.

Assessoria de Comunicação da OAB/SC


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