Na oportunidade, a entidade levará o posicionamento da advocacia catarinense sobre a crise envolvendo autoridades da Corte, unindo-se ao CFOAB na cobrança por transparência no caso.
Em vídeo, o presidente da entidade, Juliano Mandelli, afirmou que a advocacia catarinense "não vai ficar em silêncio diante desse escândalo". Segundo ele, a OAB/SC vai cobrar as mesmas medidas que sempre exige quando uma autoridade pública é investigada, incluindo o afastamento das autoridades envolvidas enquanto durar a apuração. "Não existe blindagem. Não existe corporativismo. Apuração tem que ser transparente, célere e isenta, com todas as garantias constitucionais preservadas", declarou.
O presidente também defendeu que o STF assuma postura exemplar diante do caso. "Se a Justiça cobra rigor de todos, ela também tem que aceitar ser examinada com o mesmo rigor", disse.
A seccional afirmou que manterá a classe informada sobre os desdobramentos do caso.
